“Sarau das Brejeiras” dia 8 de março

No Dia internacional da Mulher a Editora Malagueta realizará um “sarau das brejeiras” na Casa das Rosas. Haverá lançamento do novo livro de Karina Dias, “Diário de uma garota atrevida”, (autora de “Aquele dia junto ao Mar”) e pocket show de Laura Finocchiaro. Durante o sarau, você pode participar leno algum poema ou trecho de romance.

A Editora Malagueta é “um grupo de mulheres lésbicas que se reuniu para publicar livros para lésbicas”, dirigida por Laura Bacellar. Você pode conhecer o trabalho das gurias no site: http://www.editoramalagueta.com.br/

Serviço:
Sarau da Brejeiras
– Lançamento de “Diário de uma garota atrevida”, com Karina Dias
– Pocket show de Laura Finocchiaro
Dia 8 de março, quinta-feira, das 19 às 22 horas
Local: Casa das Rosas, Avenida Paulista, 37 – Próx. Metrô Brigadeiro – São Paulo – SP

Grupo de Estudos sobre Diversidade Sexual e Religião – UFRJ

O “Grupo de Estudos sobre Diversidade Sexual e Religião” foi criado em 2007 e vem realizando pesquisas e procurando divulgar estudos e outras ações relacionadas a essa problemática. Está sob coordenação de Maria das Dores Campos Machado e é vinculado à Escola de Serviço Social da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Clique aqui para visitar o site do grupo: http://www.ess.ufrj.br/diversidadesexual/site/home/index.php

Núcleo de estudos da mulher e relações sociais de gênero (Nemge) – USP

O Núcleo de Estudos da Mulher e Relações Sociais  de Gênero (Nemge-USP) tem como diretriz pesquisas e cursos visando superar todas as formas de discriminação, especialmente contra a mulher. Desta forma, estudamos a problemática da condição feminina, com ênfase na realidade brasileira, propiciamos a docentes, pesquisadores e estudantes a oportunidade de realizar suas investigações sobre relações sociais de gênero e divulgamos os resultados de trabalhos e pesquisas sobre a mulher e a questão da inequidade de gênero. É coordenado pelas professoras Eva Alterman Blay e Lia Freitas Garcia Fukui.

Clique aqui para visitar o site do núcleo: http://nemge.wordpress.com/
Siga o Nemge no twitter: @nemgeusp

Grupo de pesquisa diversidade sexual, cidadania e religião (PUC-Rio)

O grupo de pesquisa teve início no segundo semestre de 2006, com o objetivo de estudar o tema da Diversidade Sexual de forma interdisciplinar.  O grupo está registrado no CNPQ e por dois anos esteve ligado ao Departamento de Serviço Social da PUC-RIO. Durante os anos de 2007 e 2008 foram realizados debates, palestras e apresentações de filmes na própria PUC. Em 2009, o grupo passou a estar ligado à Vice-Reitoria Acadêmica da PUC-Rio.

O site disponibiliza vários textos abordando o catolicismo e a diversidade sexual. Clique aqui para acessar: http://www.diversidadecidarelipucrio.com.br/

Grupo de pesquisa em Cultura e Sexualidade – CUS (UFBA)

O grupo de pesquisa em Cultura e Sexualidade (CUS) foi criado no final do ano de 2007 junto ao Centro de Estudos Multidisciplinares em Cultura (CULT), na Faculdade de Comunicação, na Universidade Federal da Bahia.

Congrega professores, alunos de pós-graduação e graduação interessados em estudar as relações entre a cultura, gênero e sexualidade. Além de uma pesquisa realizada em conjunto, sobre a representação de personagens não-heterossexuais nas telenovelas da Rede Globo e no teatro baiano, os integrantes realizam pesquisas individuais dentro da mesma temática estudada pelo grupo.

Em reuniões semanais ou quinzenais, os membros se reúnem para discutir obras centrais dos chamados Estudos Gays e Lésbicos e, em especial, da Teoria Queer, principal referencial teórico utilizado pela maioria dos seus pesquisadores. O CUS também tem recebido, periodicamente, alunos de graduação e pós-graduação que estão realizando pesquisas em torno dos temas de interesse do grupo, coordenado pelo professor Leandro Colling.

Visite o site: http://www.culturaesociedade.com/cus/

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Chamada de artigos: VI congresso internacional de estudos sobre a diversidade sexual e de gênero

Para realizar a submissão o participante, primeiramente, deve se cadastrar. Logo em seguida deve acessar o sistema (link no menu lateral esquerdo) e entrar no item Submissão de Atividades.

As pessoas interessadas em apresentar trabalhos, mesas coordenadas ou intervenções artísticas no congresso deverão enviar os resumos das suas propostas diretamente para os eixos/comissões, através deste site, no período de 1º de fevereiro a 31 de março de 2012. Os resumos devem ter entre 200 e 300 palavras e de 3 a 5 palavras-chave. As propostas de mesas coordenadas devem ser enviadas apenas por uma pessoa e conter a apresentação de três ou quatro trabalhos com os resumos de cada um deles.

As propostas de intervenções artísticas também devem ser enviadas para os eixos/comissões e, nestes casos, toda a estrutura para a realização das apresentações deve ser viabilizada pelos proponentes. Cada pessoa pode submeter até duas propostas de trabalhos para o Congresso.

Resultado da seleção dos trabalhos: 16 de abril de 2012.
Envio dos artigos completos para publicação nos anais: 31 de maio de 2012.

COMISSÕES/EIXOS TEMÁTICOS

Artes
Aceita trabalhos que discutam tradição e contemporaneidade na representação do homoerotismo; poéticas e estéticas, corporalidades e sexualidades no cinema, dramaturgia, dança, encenação, artes visuais, performance, moda e intervenção urbana.

Comunicação
Aceita trabalhos que tratem das relações entre as variadas mídias – televisão, jornais, revistas, rádio, cinema e internet – e a diversidade sexual e de gênero, e como essas mídias têm marcado posições de sujeitos a partir de categorias de diferenciação e da intersecção entre gênero, sexualidade, raça/cor e outros marcadores sociais. Também contempla trabalhos que abordem as relações entre os movimentos sociais, as políticas identitárias e/ou pós-identitárias e a comunicação.

Educação
Acolhe trabalhos que discutam as questões de diversidade sexual e de pluralidade de expressões de gênero na sua relação com processos pedagógicos de múltiplos tipos, em particular as pedagogias de produção das masculinidades e das feminilidades, assim como as pedagogias de produção dos corpos e das sexualidades. Estimula-se que os trabalhos tomem como temáticas as memórias, os rumos, as tensões e as perspectivas dos movimentos LGBT, das instituições escolares, dos produtos da mídia, das políticas públicas e das instituições de formação de professores e professoras. A interface destes temas com outros movimentos sociais que tomem como questão política as relações de gênero e a(s) sexualidade(s), no Brasil ou no cenário internacional, também fazem parte do escopo deste eixo.

Histórias, sociabilidades e etnografias
Reúne trabalhos que reflitam como as práticas e representações sobre as sexualidades, os corpos e as relações de gênero são vivenciadas nos processos históricos, contingentes, estruturais e estruturantes. É considerado de especial interesse o debate sobre interseccionalidades e articulações entre gênero, raça/etnia, sexualidade, quer seja na perspectiva local, quer seja nos processos migratórios, quer seja no mercado do sexo.

Literatura
Acolhe a história da literatura gay no Brasil. Retratos da ficção e da poesia nos tempos modernos e na atualidade sobre as identidades gays em histórias, memórias e recepções. Estudos críticos e teóricos que permitam aferir os paradigmas e as desconstruções entre o estético e os contextos regentes. Expressões homoculturais latino-americanas, estadunidenses, na Europa e na região anglo-saxã em textualidades do literário: diálogos, representações e a cultura queer.

Políticas: convergências/dissidências/encaixes/desencaixes
Busca tematizar e problematizar dois grandes conjuntos de processos e questões. O primeiro diz respeito às múltiplas interseções entre Estado, corpo, identidade e constituição de sujeitos políticos, cobrindo aspectos tais como: regulação/disciplinamento Vs. liberdade/autonomia; políticas identitárias/identidades políticas e governo das diferenças e políticas de gestão da vida; políticas sexuais como globalidades e localidades; políticas para além do Estado (ou seja, para além das leis e das instituições formais), estados de exceção, bem como formações hegemônicas e antagonismos plurais contemporâneos. O segundo conjunto se refere ao avesso das políticas sexuais, ou seja, o âmbito das tensões que se desenrolam no interior das fronteiras da própria política sexual. Esse segundo eixo deve cobrir temas como: os desencontros e conflitos entre pautas identitárias, divergências epistemológicas, adesão e dissidência frente a formação dos discursos políticos (científicos e/ou governamentais) acerca das sexualidades ou mesmo re-definições nos terrenos da ética, do reconhecimento ou mesmo da inteligibilidade a partir das prescrições das sexualidades e dos gêneros e suas contestações.

Religiões
Busca discutir as religiões e as suas relações com a diversidade sexual e o gênero desde uma perspectiva interdisciplinar e interreligiosa, através de pesquisas que investiguem de que forma os discursos e práticas religiosas das instituições religiosas atuam na compreensão e configuração das identidades e papéis sexuais e de gênero, bem como a relação entre essas questões e o fenômeno religioso vivido na realidade brasileira de forma mais ampla. Encoraja-se a inscrição de trabalhos de tradições religiosas não-cristãs, bem como estudos que reflitam sobre práticas religiosas construídas a partir de práticas não-heteronormativas.

Saúde
Acolhe trabalhos sobre saúde, cidadania e direitos sexuais de LGBTTTI. Políticas públicas e acesso ao sistema de saúde. Vulnerabilidades, formas de discriminação, violência e modos de vida de LGBTTTI. Corpos, prazeres, subjetividades e o problema da medicalização da vida.

Direitos
Acolhe trabalhos no campo jurídico e das ciências sociais e antropologia que tragam reflexões sobre reconhecimento e distribuição de direitos, estratégias alternativas do alcance dos mesmos em relação à articulação entre movimentos sociais e Estado, bem como estudos e/ou relatos de experiências de instituições ligadas à efetivação de direitos sexuais como, por exemplo, os centros de referência em diretos humanos voltados à LGBT, entre outras iniciativas.

Subjetividades
Acolhe trabalhos que explorem articulações entre os registros do sujeito e da sexualidade, tendo como foco as formas da experiência subjetiva na contemporaneidade e a investigação das suas condições de possibilidade e dos seus limites, em especial na medida em que tal investigação coloque em questão modelos hegemônicos de codificação e normatização das relações entre sujeito, sexo e verdade. Serão priorizados trabalhos que tomem como ponto de partida experiências da diversidade sexual vinculadas à realidade brasileira e suas condições sócio-históricas.

Fonte: http://www.abeh.ufba.br/

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